Dia Mundial dos Animais

Olá, pessoal!

Hoje é dia 4 de outubro, dia mundial dos animais e também dia que nós, católicos, celebramos o dia de São Francisco de Assis, considerado o protetor deles.
E hoje vim mostrar uma parte importantíssima da minha família pra vocês. Minhas menininhas, minhas filhas de 4 patas!



Em 2013, depois de alguma insistência, convenci o marido a adotarmos uma gatinha. Ele estava meio desconfiado, afinal, nunca tinha convivido com gatos. A gata de uma conhecida da minha mãe tinha dado cria e nós fomos conhecê-los. Foi amor à primeira vista! Era uma gatinha cinza, que se destacava no meio da ninhada. Meu marido me disse que tinha certeza que ela seria uma gata linda quando crescesse. E nós a adotamos! Ainda no carro, depois de várias sugestões de nomes, o marido disse Nina e era a cara dela! Nascia nossa primeira filha. Na primeira noite foi difícil, ela miou a madrugada toda. Mas logo já tinha aprendido a usar a caixinha de areia e a amar a gente. Costumo falar que a Nina é uma gata de personalidade. Carinho, só quando ela quer. As únicas pessoas que ela deixa pegar no colo somos eu e o marido. Em geral, ela é arisca e de poucos amigos. Mas ela deita no nosso colo, no nosso peito, "beija" nosso nariz, tudo no tempo dela.


No começo desse ano, vi uma moça procurando lar para uns gatinhos que seriam despejados. Conversei com o marido e decidimos que era hora da Nina ganhar uma irmãzinha. Mas a gatinha que precisava da nossa ajuda naquele momento era da capital e nós moramos no litoral. Falei com a moça e ela veio trazer pra gente. Chegou uma gatinha mirradinha e doentinha, mas apaixonante. A nossa Luna! Ela é muito diferente da Nina! É brincalhona, intrometida e "dada". Você olhou pra ela, ela já está no seu colo. É puro amor!


A adaptação não foi fácil, a Nina demorou a aceitar a Luna. Hoje, não posso dizer que são melhores amigas, mas convivem bem no mesmo espaço. Ambas vivem dentro de casa, sem acesso ao quintal e são castradas e vacinadas. O marido? Vive se perguntando como foi capaz de viver tanto tempo sem um felino. Virou um legítimo gateiro!

E é isso, apesar do post não ter muito a ver com o assunto do blog, quis falar da alegria que é ter um bichinho em casa. E que adotar é um ato de amor! Que São Francisco continue protegendo minhas menininhas. Beijos e até a próxima!

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